Amy, minha filha
Hoje terminei a leitura do livro Amy, minha filha, escrito por Mitch Winehouse (pai de Amy), uma indicação da Daniele Gama.
Se porventura alguém me pedisse a definição dessa obra em uma palavra, eu diria: intensa. O livro conta brevemente – em menos de 400 páginas – toda a vida de Amy, através dos olhos de seu pai, explora características de sua personalidade, expõe momentos em família e em público, conta sobre o começo de sua dependência de álcool e drogas, assim como seu tratamento com a incontáveis entradas e saídas da reabilitação e as promessas de vencer o vício, que em momentos trazem à tona ceticismo e em outros, esperança.
Creio que antes de tudo, para ler esse livro seja necessária empatia, são acontecimentos muitas vezes tristes, onde o leitor sofre ao ver o que realmente aconteceu com a cantora e sua família, a verdade abafada por tabloides e notícias sensacionalistas, elaboradas propositalmente para desestabilizar a família ou simplesmente em nome da ambição.
Daniele Gama: Eu particularmente gosto de biografias e esta foi realmente uma boa leitura. A visão de como tudo aconteceu explicada de um ponto de vista tão próximo, quanto o de Mitch ajuda a entender muitas coisas. Amy era uma pessoa muito intensa desde muito cedo e o livro demonstra como sua personalidade a levou a tanto sucesso e ao mesmo tempo, tantos problemas em sua vida pessoal.
Recomendo a leitura para quem gosta de uma boa biografia e para quem gosta da música de Amy Winehouse. Serão boas horas de uma leitura agradável e bem proveitosa!
Informações Técnicas
Título: Amy, Minha Filha
Autor: Mitch Winehouse
Editora: Record
Ano: 2013
Edição: 2ª
Páginas: 380
Acabamento: Hotmelt
Tradutor: Waldéa Barcellos
Observação: Editores? Produtores? Diagramadores? Revisores?
Esse livro se materializou sozinho, não é Editora Record? Shame on you.
Esse livro se materializou sozinho, não é Editora Record? Shame on you.
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